Real or not real?
Imagining the future is a kind of nostalgia.You spend your whole life stuck in the labyrinth, thinking about how you’ll escape it one day, and how awesome it will be, and imagining that future keeps you going, but you never do it. You just use the future to escape the present.
— Alaska Young (Looking For Alaska)
2 weeks ago on 31 May 2013 @ 9:21am + 580 notes
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1 month ago on 17 May 2013 @ 9:23pm + 566 notes
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i wanted to play katniss, but they refused.

1 month ago on 26 April 2013 @ 10:46pm + 3,877 notes
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1 month ago on 20 April 2013 @ 7:32am + 116,519 notes
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4 months ago on 27 January 2013 @ 6:03pm + 374,983 notes
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4 months ago on 27 January 2013 @ 5:48pm + 289,621 notes
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4 months ago on 27 January 2013 @ 5:40pm + 14,204 notes
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4 months ago on 27 January 2013 @ 5:39pm + 34,362 notes
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‎Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça. A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta. Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa. A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013. As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada. Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa. Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio. Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda. Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência. Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa. Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram. Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo? O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista. A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados. Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro. Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos. Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal. As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso. Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
— Fabrício Carpinejar. (via notnobodysfool)
4 months ago on 27 January 2013 @ 5:33pm + 2,737 notes
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4 months ago on 27 January 2013 @ 1:24pm + 122,697 notes
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Real or not real?